sexta-feira, março 16, 2012

Carta a você.

"E que amo, amo. E pra sempre vou amar. E se você que estiver lendo for outra mulher, saiba que isso nunca vai mudar. Mas eu preciso ver de que jeito é. Porque ela merece o tudo e se o tudo eu não tiver pra dar, com dignidade terei que me retirar". São Francisco Xavier, 10.3.12.
Nosso telefonema confirmou o que já entrevíamos. 
Acalmamos nossos corações, embora num primeiro momento tudo fervilhe e gire. 
Acalmamos. 
Acalmamo-nos. 
Você é a melhor mulher do mundo. 
Uma vez eu disse isso aqui e vc pediu pra retirar. 
Pode pedir de novo, dessa vez eu vou deixar. 
Você é a melhor mulher do mundo. 
Todo o conversado ficará guardado entre nós dois, não vem ao caso dizer a mais ninguém. 
Todos os momentos vividos, eles são nossos. 
Somente nossos. 
Nós conquistamos e construímos esses momentos todos. 
Será uma lembrança? 
O que será? 
Não sabemos. 
Como vc disse: a vida nos responderá. 
Mas já podemos responder uma coisa, antes mesmo de perguntarmos: foi muito bom. 
Apesar dos motivos que culminaram com essa carta a você, assim, de longe, foi, de longe, muito, muito bom. 
Cresci demais com vc. 
Imagino que vc tenha crescido um tantinho assim comigo. 
Nosso amor não morre, ele se transforma. 
Transformou-se em algo que um dia saberemos bem identificar. 
Choremos o que tivermos pra chorar, mas eu quero ver - e verei - logo, logo esse sorriso aberto no teu rosto lindo, tua principal característica, que faz de você, única. 
Essa carta é tardia? 
Aparentemente, sim. 
Por outro lado, sempre é tempo de dizer as verdades. 
E a verdade é que vc é a melhor mulher do mundo. 
Conte sempre comigo. 
Desde o momento do polegar dobrado na casa da Gi até o futuro ainda desconhecido. 
Se falhei muitas vezes até aqui, nessa nova condição tenho a capacidade de te ser pleno. 
E vou ser. 

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